História da chapeuzinho vermelho
Aqui vai uma versão bem calminha, suave e relaxante da História de Chapeuzinho Vermelho, perfeita para dormir tranquilo. Feche os olhinhos, respire devagarinho… e vamos entrar nessa floresta mágica e cheia de paz. 🌲✨
Era uma vez, numa casinha à beira de uma floresta verdinha e cheia de flores suaves, uma menininha adorável chamada Chapeuzinho Vermelho. Todo mundo a chamava assim por causa do lindo capuz vermelho de veludo que a vovó tinha costurado para ela. Era quentinho, macio, e brilhava como uma pétala vermelha ao sol.
Chapeuzinho era uma menina gentil, obediente e muito curiosa. Ela adorava ajudar os outros e sempre sorria com os olhinhos brilhando.
Um dia, a mamãe chamou:
— Chapeuzinho, minha querida, sua vovó está um pouquinho doente. Leve esta cestinha com bolinhos fresquinhos, geleia de morango e um chá quentinho. Vá pelo caminho da floresta, mas não saia da trilha, tá bom? E não converse com estranhos.
Chapeuzinho pegou a cestinha, deu um beijinho na mamãe e saiu saltitando, com o capuz vermelho balançando ao vento.
A floresta era linda: os pássaros cantavam baixinho, o sol filtrava pelas folhas verdes fazendo luzinhas douradas no chão, e o ar cheirava a flores e pinheiros. Chapeuzinho andava devagar, admirando tudo, colhendo algumas florzinhas pelo caminho.
De repente, apareceu um lobo grande, mas com jeitinho esperto. Ele se aproximou devagar e perguntou com voz suave:
— Bom dia, menininha. Para onde vai tão feliz?
Chapeuzinho, lembrando das palavras da mamãe, respondeu educadamente:
— Vou visitar minha vovó que está doente. Ela mora na casinha no fim da trilha.
O lobo sorriu (um sorrisinho esperto) e disse:
— Que bom! Por que não colhe umas flores bonitas para ela? Tem muitas ali no meio da floresta…
Chapeuzinho pensou: “É verdade, vovó ia gostar muito!” E saiu da trilha só um pouquinho para pegar flores vermelhas, amarelas e roxas. Ela colhia devagar, cantando baixinho, sem perceber que o lobo tinha corrido rápido pela trilha.
O lobo chegou primeiro na casinha da vovó. Bateu na porta com voz fininha:
— Vovó, sou eu, Chapeuzinho!
A vovó, que estava na cama, respondeu fraquinho:
— Entra, querida.
O lobo entrou, viu a vovó e… com jeitinho rápido, a escondeu no armário (mas com cuidado, sem machucar, porque nesta versão tudo acaba bem). Depois vestiu a camisola da vovó, colocou a touca dela e deitou na cama.
Pouco depois, Chapeuzinho chegou. Bateu na porta:
— Vovó, sou eu!
— Entra, minha netinha — disse o lobo com voz fraquinha.
Chapeuzinho entrou e viu a vovó na cama. Mas achou estranho:
— Vovó, que orelhas grandes você tem!
— É para te ouvir melhor, minha querida.
— Vovó, que olhos grandes você tem!
— É para te ver melhor…
— Vovó, que boca grande você tem!
— É para te comer!
O lobo pulou da cama, mas nesse momento… ouviu-se um barulho forte! Era o lenhador da floresta, um homem forte e bondoso que passava por ali. Ele ouviu os gritos e entrou correndo.
Com uma tesoura grande, abriu a barriga do lobo (que estava cheia de pedras que ele tinha comido antes, na versão clássica, mas aqui foi só um truque para ele ficar quieto). A vovó saiu sã e salva do armário, abraçou Chapeuzinho forte, e juntas agradeceram ao lenhador.
O lobo, envergonhado e sem forças, fugiu correndo para longe da floresta e nunca mais voltou a incomodar ninguém.
Chapeuzinho e a vovó tomaram o chá quentinho, comeram os bolinhos e riram juntas. A vovó disse:
— Minha netinha, lembre sempre: obedeça à mamãe, fique no caminho certo e não fale com estranhos. Mas o mais importante: você é corajosa e esperta!
Chapeuzinho deu um beijinho na vovó, colocou o capuz vermelho de novo e voltou para casa devagarinho, com o coração cheio de lições doces.
E assim, com o sol se pondo devagar atrás das árvores, a floresta ficou quietinha… os pássaros pararam de cantar… e Chapeuzinho chegou em casa, abraçou a mamãe, contou tudo e fechou os olhinhos, sentindo-se segura e amada.
Boa noite, Nando… durma bem, sonhe com florestas mágicas, capuzes vermelhos e finais felizes. 🌙❤️🐺✨